Eu estava no consultório médico, e uma mulher chegou à sala de recepção, um de seus livros caiu e nesse momento, muitos homens próximos levantaram para pegar o objeto caído, e agradar a moça, que era obviamente bonita. Após alguns segundos, outra mulher estava no balcão de atendimento, e seu celular caiu, e nesse momento, apenas dois pacientes levantaram para ajudá-la, e um deles era uma mulher. Mas pensei, ela é muito mais bonita do que a primeira, mais arrumada. Não me acho machista-louco-tarado por pensar que seria normal a maioria dos homens estarem dispostos a ajudá-la, ao invés da primeira.
Esse obviamente não foi o único momento que vi esse tipo de situação e aqui segue onde quero chegar. Assisti um trecho do filme Perfume (2006)
Cheguei à conclusão que existe em determinadas mulheres, algo similar a uma fragrância, que atrai a atenção de homens ao redor. Mas não é um cheiro, visto que nem todos têm o olfato apurado como o protagonista do filme citado, antes, seria algo bem próximo de presença, mas que atrai o sexo oposto.
Terminei minha busca quando me lembrei do termo “Sex Appeal”, que equivocadamente, pensei que se tratava de apelo sexual [tradução literal]. Mas é capacidade de alguém atrair o sexo oposto, ou seja, eu tava certo [O_o]. Tenho o hábito de duvidar da minha capacidade de interpretar o mundo, mas enfim.
Há muito tempo eu ouvi o termo, mas nunca dediquei tempo em pensar sobre ele: Sex Appeal. A atração se dá em 3 fatores, segundo o artigo wikipediano: Percepção visual, auditiva e olfativa. E trilhei todo esse caminho para chegar nessa expressão, que nos remete ao filme, o qual, protagonizado por Al Pacino, é intitulado no nosso contexto como: Perfume de Mulher.
Eu diria que a tácita também é muito importante, performando um quarto fator.
“Boi, tu és tão forte que bebes a água, água que apaga o fogo, fogo que queima o pau, pau que bate no cão, cão que morde o gato, gato que come o rato, rato que rói a parede, parede que tapa o sol, sol que derrete a neve, neve que meus pezinhos prende?”
Uma formiga de nome irrelevante perguntando ao boi de nome irrelevante sobre a sua força.
Todos os caminhos, em todas as culturas, entendidos como sábios consideram a capacidade contemplativa do homem como indispensável para seu desenvolvimento espiritual.
Fico pensando em como custa caro perceber a desrazão da vida fugaz. Perceber, refletir e agir em função dessa descoberta é fácil, mas penoso, e poucos estão dispostos a pagar por isso. Porque não há como conhecer a verdade e continuar vivendo a mentira em paz, e esse conflito é o pior que qualquer homem pode enfrentar, mas é o que mais vale à pena vencer.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
“Transas enlouquecidas, surubas, muitos homens (e mulheres) diferentes por dia, noites quase sem fim. O que pode ser excitante para muitas garotas como eu, na efervescência dos vinte anos, para mim é rotina. É meu dia-a-dia de labuta.“
Joana e Pedro são casados, têm duas filhas e vivem na utópica paz familiar que a grande parte solteira da sociedade sonha. Uma vida simples, rotineira e sedenta de discrepâncias das famílias normais, como a sua. Um belo dia, Pedro decide se aventurar nas anomalias, e contratar uma garota de programa para fazer coisas que sua mulher não faz, e que sua mente doentia não é capaz de abrir mão de ter. Sua insaciabilidade sexual o levam até Raquel. Uma loira sensacional, linda, forte e sexy, típico de putas de luxo, e mais do que tudo isso, apta a fazer coisas que Joana não se humilha ao ponto de fazer, e não abre mão de sua dignidade para satisfazer o marido.Raquel, então, torna-se a preferida de Pedro, que desiste da sua convivência familiar e se aventura a fantasiar uma vida conjugal com a prostituta. Meses depois de um relacionamento social evoluído de uma relação comercial, eles resolvem viver juntos, ela abandona a sua vida de prostituição, e torna-se a namorada do Pedro.
Obviamente todos entendem que a Raquel é abominável por ser o alicerce do caos sobre a família de Joana, já que Pedro abandona sua mulher e filhas. E assim, a sociedade toma Raquel como o ápice da imoralidade: prostituta, destruidora de lares e ladra de marido e pai. MAS, se transformarmos isso tudo num filme sobre a vida de Raquel, colocarmos a Débora Secco como intérprete da protagonista, e um draminha regendo a vida da ex-puta, a sociedade há de se compadecer de seu julgamento “impulsivo”.
A sociedade já esqueceu da Raquel, e agora conhece-a como Bruna, que nas horas vagas dá cursos de como satisfazer o homem no sexo em dois ou mais integrantes. O sonho social suplanta qualquer pecado moral, afinal, Bruna agora não é uma prostituta de esquina como antes, mas uma celebridade, atestada pelos seus livros, filmes, e por Débora Secco. Bruna Surfistinha é a queridinha do Brasil. Enquanto Joana (Samantha), continua com duas filhas que têm uma referência paterna conturbada.
Como uma garota de programa pode “fracassar” num país em que as autoridades religiosas pregam a pureza e o bom-senso, enquanto as autoridades informais promovem exaustivamente o prazer e a vulgaridade? Moral uma ova!
Somos animais. Quando pequeno, ficava intrigado com essa descoberta que fiz na aula de ciências: os seres humanos são animais. E por
muito tempo acreditei que era uma mera ilustração da origem das espécies, e não de fato algo sobre a animalidade dos homens, entendendo, portanto, que não tínhamos muito em comum com os irracionais terrestres, com os alados ou com os aquáticos, afinal, temos intelecto avançado e “polegar opositor” (A Ilha das Flores).
Vou seguir minha viagem com uma historinha:
Tina, uma criança carinhosa e solitária, amava circos e palhaços e todos os espetáculos que acompanhavam os Nômades das Lonas Vermelhas. E um belo dia, eles resolveram acampar num terreno baldio perto da casa da garotinha. No circo havia um leão adestrado, chamado Udumi. Ele era muito bonito, forte, imenso, e tinha todos as características normais de um leão normal, ou seja,
fabuloso.
Tina ficou perplexa ao ver o leão, e ele se tornou o atrativo preferido dela, que nunca, em todos os seus longos 15 anos, tinha visto um de tão perto. Udumi também gostou de Tina, afinal, a garotinha era muito bonita, levava biscoitos para ele, e conversava quando ficava entediada. E assim começou uma bela amizade entre o leão e a garotinha. Todos os dias, ela ia vê-lo, e conversavam
algo que parecia um monólogo, mas os dois sabiam que era muito mais do que isso.
Os Nômades de Lonas Vermelhas definiram, um segundo belo dia, que dariam segmento ao curso andarilho, e resolveram que levantariam acampamento em sete dias. Sete curtos dias que inquietaram Tina e Udumi, e levaram a garota a perceber uma profunda inquietação no coração do leão que muito gostava da jovem. E então, numa ação desesperada, Tina correu ao circo numa noite escura, e soltou o leão da jaula, levando-o para o quintal de sua casa. Os dois assim, se esconderam numa casa de cachorro, e ela rotineiramente alimentava o seu então melhor-amigo com carnes de sua dispensa.
Os pais de Tina estavam viajando nesses dias, e subitamente a carne da casa acabou, o que causou uma preocupação na mente de Tina, que queria cuidar muito bem de seu amigão.
(…)
No sétimo dia após o segundo belo dia, os Nômades de Lonas Vermelhas encontraram Udumi em um quintal, dormindo numa casa de cachorro, com restos de ossos e panos sujos. Os circenses imaginaram que os donos da casa tiveram sorte em estarem todos viajando.
Meu pai sempre me disse que não há amizade entre homens e mulheres, e sempre teimei contra essa idéia por ter amizades preciosíssimas de
minhas queridinhas. Mas de fato, há momentos em que somos como Udumi, e não resistimos à nossa vontade de satisfazer as nossas necessidades básicas de nos alimentarmos.
Nesses momentos costumo evitar minhas amigas, por valorizar elas mais do que a minha vontade natural, e controlar meus impulsos da maneira
mais sensata. O problema é quando há alguém como a Tina enquanto estamos em nosso momento de puro instinto. Sem mais prolongar o texto, fico por aqui. Às pessoas inteligentes, fica a história, às menos, fica uma recomendaçãozinha: Caso aconteça com você, Tina da vida; não somos cachorros por isso, somos leões pensantes com “polegar opositor”.
A Televisão Me deixou burro Muito burro demais Agora todas coisas Que eu penso Me parecem iguais (…) É que a televisão Me deixou burro Muito burro demais E agora eu vivo Dentro dessa jaula Junto dos animais…
Eu odeio novelas. A última que assisti, que me lembro, foi a de Petruchio e Catarina, que é uma adaptação de uma obra de um grande escritor antigo, e não lembro o nome. Era uma novela cômica, falava de um cenário fictício, nada diretamente real, e sua abordagem não era necessariamente impositiva, antes, apenas contemplativa para que nos deliciássemos com as histórias. Talvez eu pense isso porque eu era mais novo e muito menos crítico na época em que assisti.
Mas esses dias, fazendo companhia a uma amiga, que gosta muito dessas coisas infames, sentei no sofá e tentei assistir alguns minutos da novela, enquanto o jogo do Vitória não começava (a final da Copa do Nordeste 2010, que por sinal, ganhamos). As cenas que vi foram nada longe das minhas expectativas.
Duas amigas conversavam sobre cosméticos, e minha amiga dá um gritinho discreto, como elas sempre fazem quando se deparam com isso: “É o produto da natura que eu vendia… ele é muito bom!”. Obviamente, quando ouvi isso, comecei a olhar atravessado com aquela maravilhosa cara de alguém que se delicia com o momento da propaganda novelística sobre cosméticos. E depois ainda querem me convencer de que novela não é feita para mulheres.
Um personagem bonito e engraçado tem duas mulheres bonitas e engraçadas, e assim temos uma cena engraçada de bigamia, o que é um crime, mas que pela graça dos personagens pode ser aceitável, afinal, é só uma ficção. Aliás, não tenho como acusar Leandra Leal de mal nenhum… ela é linda demais! Omg! Desde as primeiras narrativas imorais, um toque de comédia salva a aplicabilidade da história em contextos populares.
E no fim do capítulo, a maravilhosa Mariana Ximenes, com toda a sua beleza, faz uma cena de sedução com um cara, indo pra casa dele, e tirando a roupa. Minha amiga: “não acredito! Que mulher louca…” Eu: “e a globo, mais uma vez, apela sexualmente na TV às 21:30, quando muitas crianças estão na frente das telas assistindo a novela”.
Mas o que me deixa realmente indignado não é a apelação da TV, mas é como as pessoas que assistem não percebem. Pessoas que admiro muito pela inteligência gastam tanto tempo com essa futilidade que rege o sistema de gostos e costumes sociais. Convenhamos, malhação define muita coisa para os adolescentes. Uma menina linda e aidética, um cara bonito e pobre, uma filha gatíssima e rica brigada com os pais, um casal de modelos homossexuais, um cara drogado e bonitão, que nem traços de quem usa drogas, tem. Enfim, muitos conflitos cheios de beleza e charme encantadores, que fazem nossos problemas serem refletidos pela atração dos nossos olhos, mas não pela racionalidade e sensatez.
O que fico mais impressionado é que existem algumas perguntas simples, que se fizermos, desmoronaria boa parte da novela, como por exemplo, a minha preferida: Por quê? Porque a casa de todos os personagens de novela tem mais de 50m²? E porque todo personagem mal se dá mal? Porque no colégio tem tanta gente velha, que deveria estar na faculdade? Porque na novela um grupo de mais de 20 amigos se reúnem pra comemorar com suco de laranja?
O que tem de contexto nisso tudo? Nada! Não é a vida brasileira que eles representam, não é a nossa vida que eles deveriam reger. Eu não entendo como um programa como Big Brother Brasil consegue tanta audiência, ele é a podridão em forma de reality show. E também não entendo como Galvão Bueno pode ganhar título de cidadão soteropolitano. E como uma mulher como Dilma consegue se tornar presidente?
Meu amigo, Pastor Dilton Alan, chamava a TV de diabo quadrado, e eu sempre achei essa analogia brilhante. E convenhamos, os homens por trás da TV sabem muito bem o mal que fazem, mas pelo seu bem o fazem com uma destreza assustadora. Se nos incomodássemos um pouco mais com os fatos por trás das notícias, descobriríamos muitas ações em busca de manipulação em massa. Mas isso não interessa ninguém além de poucos.
Para terminar um texto que tenho muito mais para falar, mas prefiro me abster das palavras, segue um vídeo de um clipe de Radiohead. [ps.: Kiko, se quiser, fique à vontade para fazer o que você tem que fazer]
Are you such a dreamer To put the world to rights? I stay home forever Where two and two always makes up five
I lay down the tracks Sandbag and hide January has april’s showers And two and two always makes up five
Its the devil’s way now There is no way out You can scream it, you can shout It is too late now
uma música linda que representa muito de como estou hoje, e de como quero estar nos próximos dias hehehe [na voz de Luciana Alves ~~ e ao lado dela o brilhante Chico Pinheiro]
Minha professora me ensinou uma pergunta fantástica para quando me disserem algo sobre impostos ou leis fiscais: “qual a base legal?”, o que traduzindo para o cotidiano significaria: “de onde você tirou isso?”. E por causa dessa pergunta confrontadora, usada contra mim mesmo, muitos pensamentos meus não têm passado dos dentes. Certamente isso tem me ajudado a sair do achismo e partir para relevantes verdades. E agora, sempre que posto algo, eu gosto de procurar significados para os termos e idéias principais do post.
Meu dicionário preferido é o prático DLPO, e para quem não conhece, ainda, Google it.
afinidade
s. f.
1. Parentesco entre um cônjuge e os parentes do outro.
2. Conformidade, analogia, relação.
3. Quím. Tendência dos corpos para se unirem.
Como sou curioso, percebi que amo mais uns amigos do que outros, não pelo tempo de amizade, nem pela intensidade, nem pelo tempo de convivência, mas por simples química. Às vezes gostamos de algumas pessoas por vontade, de retribuir amor, de nos dedicar a uma pessoa, mas na maioria das vezes: química. Não tenho um porquê, nem um como, nem quando.
E eu amo o fato de que somos sempre além do nosso entendimento. Nem quem gostamos escolhemos, simplesmente nossos corpos se atraem. Nos encontramos, por afinidade, do mesmo lado da rua, na mesma distância, no mesmo canto da sala de aula, no mesmo olhar, nas mesmas palavras, filmes, cores e risos. Acho que assim surgem as admirações, e tenho aprendido que quanto menos razão há nisso, mais espaço para a liberdade da emoção.
Que eu aprenda a amar mais e mais sem limitar-me ao entendimento do prazer, e que meus amigos e afins estejam a cada dia mais perto, e minhas afinidades sejam cada dia mais aperfeiçoadas em profundidade de relacionamento.
Então estou de volta à ativa, nem que seja só por hoje…
Meus dedos já têm músculos atrofiados, apesar de ter pensado bastante nas minhas longas férias bloguísticas, não consegui escrever mais do que frases soltas, e perdi todas as que tive a iniciativa de escrever, ou seja: não falo sobre nada do que houve nesse tempo. Ao menos não nas primeiras palavras de retorno, mas… “vamos aos e-mails e caneladas…” ehauiheiauhei ~~ brincadeira ~~ esse post é meramente ilustrativo sobre a minha capacidade de digitar palavras e postar imagens.
ah, sim… a imagem:
Nunca acreditei em mortos vivos, até já em fantasmas, mas desde que alcançado pela graça e vivenciado no evangelho, não sei mais dar valor a essas coisas… mas alguém de quem muito gosto tem um prazer surreal por filmes de terror… \o/ ehauiehaiuehaui
“Dentro de cada pessoa
tem um cantinho escondido
Decorado de saudade
um lugar pro coracão pousar
um endereço que frequente sem morar
ali na esquina do sonho com a razão
no centro do peito, no largo da ilusão
coração não tem barreira não
desce a ladeira, perde o freio devagar
eu quero ver cachoeira desabar
montanha roleta russa felicidade
posso me perder pela cidade
fazer o circo pegar fogo de verdade
mas tenho meu canto cativo pra voltar
eu posso até mudar
mas onde quer que eu vá
o meu cantinho há de ir
dentro”
Tenho começado a acreditar que não nascemos para experimentar nada por completo. Mas de qualquer forma, que todos preservem os seus momentos de solitude, e se deixem perder pela cidade, percam o freio mas nunca percam seus lugares de repouso da alma.
Toda saudade é o desejo de estar perto alimentado pela esperança da realização de um momento outrora existente em verdade ou na mente. É lógico, mas desejar tanto que se possa morrer por isso, é meio perturbador. Todo mundo diz, já disse ou dirá um dia, digo-o sem receio de errar, que morre de saudade de alguém. E como é que dói e não mata? Se doer para não matar é tortura.
Sempre acho que na verdade vemos as coisas de forma errada. A saudade não é somente dor, mas a sensibilidade da ausência, o que muitas vezes reforça o amor em tempos de presença. Mas o amor é tão problemático que só presta se a presença for freqüente? Para não me apegar no sentido do amor e seus atributos, prefiro simplesmente pensar que a saudade é o sentimento que abunda na mente que se enche do desejo de estar perto de quem está longe, e às vezes nada satisfaz na tentativa de esquecer a pessoa amada.
E todos os normais têm amigos distantes, que gostaríamos de rever, ou amados finados, que temos a esperança, mesmo que inviável, de reviver momentos passados, vivos somente nas lembranças. Mas como lidar com isso? De onde vem essa saudade, às vezes um aguçador do afeto, às vezes o carrasco da alma?
Certamente não sou apto a responder tais perguntas. Sou como um doente falando sobre a patologia que mais destrói sua alma. A saudade me consome, mas com o tempo, aprendi a ver beleza nela também. Por saber que nenhuma saudade é vazia, mas sempre está fundamentada na esperança do passado revivido, como já mencionei anteriormente.
E fico pensando, como seria morrer de saudade? Se eu pudesse escolher, essa certamente seria uma boa pedida. Morrer com a alma sendo consumida por um amor tão grande que não pôde lidar com a ausência da pessoa amada. Obviamente é quase tão egoísta quanto o suicídio, por isso prefiro viver na esperança dolorosa e sublime, de reencontrar meu amor distante, mas real.
Como é bom amar alguém que está longe e saber que você também é amado, e a saudade é recíproca. O que prefiro não falar, por provocar realmente muita dor, é sentir saudade de quem já foi e não volta, como meu querido irmão e amigo Narciso. Que Deus nos encha de boa saudade e aguce nosso bem-querer pelos nossos amados. E que nossas almas sejam, a cada dia, sensibilizadas pela nossa necessidade de amar, e de nos dedicar aos nossos amados.
À minha querida Mansinha, e aos amigos que não posso abraçar.